domingo, 30 de julho de 2017

MAIS INDÍCIOS: Divulgados núcleos de propinas a políticos brasileiros

Segundo a delação, para o ’Núcleo PT” foram destinados US$ 151 milhões no exterior e R$ 111,7 milhões no Brasil

A Revista Época publicou mais uma denúncia envolvendo autoridades (?) políticas e siglas partidárias de notória vitrine da República brasileira. Em acordos de delação premiada, operadores da JBS, comandados pelo empresário Joesley Batista, revelaram novos ‘esquemas’ de corrupção e a Revista teve acesso a essas informações e publica com exclusividade nesta semana.

Um núcleo de propinas operava entre 2006 a 2017 beneficiando os ex presidentes Lula, Dilma, o atual presidente Michel Temer, e o então candidato à presidência em 2010 José Serra.

Uma das práticas utilizadas por políticos, era a indicação de empresas para o recebimento de quantias da JBS para esconder o beneficiamento.

O chamado ‘Núcleo Michel Temer’ teria recebido ao todo R$ 21.7 milhões; O ‘Núcleo Ministros’ recebeu, segundo a delação, R$ 46,7 mlhões; O ‘Núcleo Centrão’ recebeu R$ 138 milhões, para comprar partidos em campanhas eleitorais. Para o PMDB no Senado, foram R$ 29,1 milhões segundos os delatores, divididos para cinco Senadores da cúpula do partido. Ainda segundo a delação da JBS, para o ‘Núcleo PMDB da Câmara Federal’ foram R$ 55,5 milhões, e para o ’Núcleo PT”, foram destinados US$ 151 milhões no exterior e R$ 111,7 milhões no Brasil. Para o ‘Núcleo PSDB’ R$ 42,2 milhões, de acordo com a denúncia.

Com a divulgação da prática ilícita de fazer politica no país, questiona-se midiaticamente o porque do delator chefe Joesley Batista, réu confesso de ter comprado figurões do poder, ter sua liberdade garantida desfrutando de uma boa vida no exterior. Corrupção praticada por ele que desestabilizou o sistema sócio político brasileiro, criando dificuldades na economia para os menos favorecidos.

As planilhas que mostram o esquema serão entregues esta semana na Procuradoria Geral da República. Nas planilhas das propinas, constam notas fiscais frias, comprovantes bancários, depósitos em contas secretas no exterior, contratos fraudulentos, compondo as provas dos pagamentos ilícitos a políticos, totalizando mais de um bilhão de reais.

Da Redação

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